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Nascer, crescer e morrer, todo o ser humano e os animais passam por essas fases. A educação transmitida pelos pais e recebida na escola procuram preparar-nos para o crescer que desde a infância e adolescência contribuirão para a formação psíquica e social da vida adulta do homem. A questão que se propõe a apresentar sobre a morte e o envelhecimento começa com a seguinte pergunta: Como nos preparamos para o envelhecimento e por conseqüência para a morte?
Não há uma preparação para o que é a morte. A forma como lidamos com ela é apreendida pela maneira como a cultura de cada país se apropria para explicá-la, algo que no caso brasileiro muitas vezes é relegado à religião. A morte causa em nós um medo que segundo a profª. Dra. Rachel Rosemberg “achamos que as pessoas mais velhas terão medo da morte, o medo da morte não caminha com a idade, mas a probabilidade da morte sim”.
Para a autora do curso sobre envelhecimento e morte apresentado em 1986 na Universidade de São Paulo “O medo da morte pode ser muito mais latente em pessoas com 20 anos do que com 70 anos”. Isso acontece porque o que era pregado quanto ao envelhecimento, do momento do descanso dos muitos anos de labuta agora em casa ou com os amigos na praça em uma rotina de partidas de xadrez e dominó mudou vem mudando ao longo dos últimos 20 anos.
A sociedade ainda tem deixados nossos velhinhos à margem, esquecidos em muitos asilos ou até mesmo isolados em suas casas, mas a idéia de rejuvenescer a velhice que vem ganhando força ao longo dos últimos anos através de organizações não-governamentais e o Estado tem repensado o seu papel na sociedade. Programas de incentivo à prática dos exercícios físicos e de uma vida em comunidade tem contribuído para uma nova conjuntura da terceira idade no Brasil.
Carl Rogers relata em Crescendo Velho que a década dos 65 aos 75 anos de sua vida está mais parecida com a época dos seus 30 anos como estudante, sentindo-se mais jovial e mais disposto pra vida afetiva e profissional. Se os mais jovens tem mais medo da morte então porque os mais velhos não tem esse medo? O que é “Velho e Novo” vai além do quesito idade então?
Pode-se dizer que sim. Observa-se muitos jovens com uma mente envelhecida c/ medo do futuro e o medo da morte de forma acentuadíssima, enquanto senhores de idade desafiam nosso pensar com uma vida mais “radical”. Praticando rapel, vôos de pára-quedas, loucos por qualquer coisa que lhes acelere a vida e que lhes traga o prazer de viver. O único medo que tem é de adoecerem e não poder mais levantarem da cama. Assim a morte se torna um desafio a ser vencido a cada dia e em sua psique ela já não lhe causa tanto medo, pois agora a vida se torna o bem mais precioso a ser aproveitado.
Isso não significa que a juventude não aproveite a vida, sim ela procura aproveitar, mas o medo de que o amanhã não aconteça lhe atormenta. A violência e o número de morte entre jovens cresce a cada ano. Enquanto a população brasileira vai envelhecendo a cada dia e a noção de melhor idade se torna cada vez mais difundida. O caráter social dessa relação deve ser analisado já que sabemos que os jovens de hoje são os senhores de amanhã.
A psique que vem sendo construída nessa nova sociedade de tecnologias cada vez mais próximas de nós e de uma inteligência impar deve ser repensada. Os valores que são construídos ao longo do tempo, com uma geração multitasking como a geração “Y” põe a prova a necessidade de uma política de saúde mental, já que problemas como o Bullying e a síndrome do pânico tornam-se mais comuns, e o mal do século XX: a depressão vem se tornando cada dia proeminente no meio dos adolescentes e jovens.
A questão cultural que reflete a morte aparece na forma como a velhice é reconhecida por cada país ou tribo. Casos como os índios apinajés onde os mais sábios, ao chegar à idade dos 60-70 anos são convidados a se retirarem da tribo para se preparar para o encontro com a morte, demonstra que a morte é um momento de separação completa da vida em comunidade para um momento de espera do fechar os olhos e quem sabe começar a vida em outro lugar ou mundo. Brincar com a morte como fazem os mexicanos com caveiras de chocolate e festas no dia dos mortos, lembram que a morte pode ser encarada como começo de um novo processo.
O que se propõe neste texto não é uma explanação fechada sobre o conceito da morte e do envelhecimento, mas sim uma reflexão ensaística sobre a morte como paradigma. O Sentido de morte ainda vivo causado pela quebra de laços familiares ou conjugais que são as pequenas mortes capazes de produzir efeitos devastadores na juventude, assim como no envelhecimento do corpo.
A base de sustentação da vida emocional do homem dependerá da sua resistência as estes pequenos traumas, eles podem contribuir para uma compreensão melhor da morte e de uma vida sem um envelhecimento mental precoce, já que mesmo numa sociedade repleta de informação, nunca estaremos preparados pra ela, sendo que a educação para morte como defende Maria Júlia Kovács deveria acontecer como um processo construído da infância até a velhice.
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Em tempo de redes sociais e de uma revolução que saiu do digital para o real como o caso do Egito, comecei a repensar algo que sempre esteve em minha mente quando falamos de ferramentas de redes sociais. A forma como o usuário de ferramentas de redes sociais como Facebook e Twitter, refletem um pensamento focado no marketing e branding no qual o que acessa e utiliza estas são alvos.
Palestras tem sido feitas com o objetivo de falar sobre o desenvolvimento destas ferramentas também como mídias, voltadas ao público do jornalismo, comunicação social e relação pública. Fala-se muito da orkutização e da msnização do Twitter, mas pouco se fala numa “educação digital” voltada ao usuário comum, gente que està ali pra fazer amigos, pra saber das últimas notícias da moda, tecnologia ou da própria web.
O virtual conecta pessoas e Eu sou prova viva disso. Desde que cheguei ao twitter conheci no real muita gente que admirava no virtual, também aprendi muito e descobri pessoas com os mesmo interesses que os meus em vàrias àreas do conhecimento e na cultura em geral, fiz amigos reais também. Antes de reclamarmos do outro e de falar mal do usuário que desvirtua a utilização das ferramentas citadas , porque não ajudà-lo ?
Os especialistas em redes sociais tem foco no corporativo ou na educação, certo? Desde o ano de 2010 depois de chegar ao mundo destes novos instrumentais de redes e de observar alguns eventos de conexões de usuárioe papo livre como o Open Coffee São Paulo do grande amigo @volneyf, resolvi também iniciar o #friendsmeenting com o mesmo intuito de conectar pessoas que se conhecem nestas ferramentas e também transceder pra uma amizade ou até laços para futuros trabalhos.

Em Janeiro deste ano começamos com uma palestra de um amigo filósofo e teólogo cristão sobre redes e relacionamentos com @ariovaldo ramos. Agora em 17 de fevereiro teremos mais um café no Starbucks Paraíso às 19 hs. Vamos puxar uns sofás, poltronas e vamos conversar. Você é o nosso convidado. Confirme sua presença aqui: http://www.facebook.com/#!/event.php?eid=146072438782997
Precisa de mais tempo pra se preparar e partcipar? Porque não aparecer na nossa #friendmeenting learn? Dia 15/03 no Ponto de contato da Rua Augusta. O assunto da palestra será Produção de conteúdo e cultura nas rede sociais com Ricardo Gondim Teólogo e colunista de vàrios meios de comunicação. Vale a pena e as Vagas são Limitadas! Inscreva-se aqui: http://www.facebook.com/#!/event.php?eid=194171913929145
O #Friendsmeeting està aí pra servir a todos e incentivar a valorização dos usuàrios das redes sociais não importando a àrea do conhecimento ou profissão da pessoa. O Desejo de aprender a produzir conteúdo e a lidar com as ferramentas de redes sociais já é o suficiente. Querer aprender é poder tornar um usuário, um natiivo digital consciente de suas ações e do que produz.
http://www.facebook.com/home.php?sk=group_122920121111170
Fonte da imagem:comunicacaoweb.wordpress.com
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O Caso Bruno que não tem deixado de estar presente na imprensa ultimamente, levou-me a sobre a justiça na sociedade do século 21. Ouvi muitas pessoas comentarem : “Ele deve apodrecer na cadeia” , “Alguém deveria matá-lo” e outros comentários exigindo a morte ou a justiça feita por próprias mãos na cadeia. Este é um caso complicado e que gera repúdio total da população. A confiança na justiça brasileira já se perdeu há muito tempo, quando seriam necessárias atitudes drásticas e rápidas num momento que se procura saber a verdade sobre tudo. A discussão sobre o que é e como deve ser a justiça(instituição) vem desde os tempos antigos sendo discutida por grandes pensadores e também assunto de várias palestras. Infelizmente as Leis que são escritas, pelo menos no Brasil, mas creio que também em outros países do mundo são feitas por pessoas que pretendem ser imparciais (o que é quase impossível) acabam gerando brechas e ainda mais com a burocratização aliada ao tempo, casos que necessitariam de medidas rápidas demoram pra receber um veredito. Acredito que pelo clamor popular, uma resposta gerada pelo repúdio popular, o julgamento aconteça logo. O que o caos que é a nossa justiça pode fazer para impedir as brechas que a lei garante? Será que só a reforma judiciária resolveria o problema? Ou temos que rever o conceito que a sociedade entende por ética e justiça? Deixo pra vcs, comentarem. Mais pensamentos no próximo post.
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Alô Brasileiros, como primeiro post por aqui, gostaria de lembrar algo muito importante nesse período que está começando no Brasil, o período eleitoral. Você tem consciência do que pode fazer pelo seu país com seu voto? Muito. Basta pesquisar a vida dos seus candidatos e julgar suas propostas para melhoria do Estado e do País. Este simples gesto pode fazer com que muitas melhorias tão sonhadas pra sua cidade aconteçam. Você pode se perguntar, mas isso não é muito fantasioso não? Acredito que não. São gestos simples e atitudes simples que causam grandes mudanças. Marx disse que só a consciência de classe poderia promover a revolução pela luta armada. Não chego a tanto,mas entendo que falta a conscientização de cada brasileiro do seu papel como cidadão e como componente da sociedade, que só se faz pela educação e pela repetição. Repetição? Sim, por mais que pareça absurdo, precisa-se bater na tecla da conscientização do papel de cada um neste país e da sua atuação como eleitor produzindo um bom resultado para seu Estado ou País. Sugiro que comecemos um movimento nas redes sociais ,nos locais que frequentamos e amigos que conhecemos. Discutir sobre o nosso papel social e nosso poder de mudança na situação social do país. Sei que temos muita corrupção, mas acredito que há pessoas de boa índole e ótimas propostas que podemos escolher para nos representar não é? Que tal começar hoje?